Luciano Sheikk

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ETERNIDADE AO INSTANTE - comentário


Prezado Luciano,

Chegando ontem em Ponte Nova para as comemorações de natalício, resgatei o livro que ganhei de presente em novembro passado: Eternidade ao Instante.
Uma parte que reparte com seus poemas de cunho social são encantadores, vejamos As Máquinas não choram, de uma denúncia tenaz e poética. Os poemas Projeção e o Parto soam como parte da metalinguagem do eu e do poeta; "dar a luz as palavras e a eternidade ao instante".

Última atualização em Segunda, 29 Dezembro 2014 16:00

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LANÇAMENTO

LANÇAMENTO 

LANÇAMENTO HISTÓRICO DE 12 OBRAS LITERÁRIAS DE AUTORIA DOS MEMBROS DA ALEPON EM PONTE NOVA, DIA 25 DE NOVEMBRO.

 

 

 

 

 

Última atualização em Sábado, 22 Novembro 2014 18:39

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Poema de T S Eliot

Um poema escrito nos anos 1930 por T S Eliot, ,que se converteu ao Cristianismo aos 30 e poucos anos de idade, incomodando outros tantos intelectuais, pseudos e legítimos:

A ROCHA

T.S. Eliot, Coros de "A Rocha"

"E adveio então, num instante predeterminado,
um momento no tempo e do tempo,
Um momento não fora do tempo, mas no tempo,
naquilo que chamamos historia: seccionando, dividindo
a esfera do tempo, um momento no tempo, mas não
como um momento do tempo,
Um momento no tempo, mas o tempo foi feito
através desse momento, pois sem significado não há
tempo, e aquele momento do tempo lhe deu o sentido.
Pareceu então que os homens deviam seguir
de luz em luz, na luz do Verbo,
Através do sacrifício e da paixão salvos e despeito
da negatividade que o ser de cada qual continha;
Bestiais como sempre, carnais, egoístas,
interesseiros e obtusos como sempre haviam sido
E ainda assim lutando, sempre reafirmando
e recomeçando a marcha num caminho que fora iluminado pela luz;
Tantas vezes parando, perdendo tempo, desviando-se,
atrasando-se e voltando, mas jamais seguindo outro caminho."

Última atualização em Segunda, 25 Agosto 2014 14:02

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Terror do Islã sobre a decapitação de um jornalista americano

Não resisti. Já me retirando para o descanso, Arnaldo Jabor diz sobre o terror (concordo que é um terror) do Islã sobre a decapitação de um jornalista americano: "Não são humanos, não são bichos. O que são? São Zumbis..." Aí se revela mais uma vez o lado mais opaco de quem se postula a intelectual. Ele se posiciona em lugar comum, para não dizer vulgar e de origem aristocrata, paradoxal e simultaneamente, ao associar o que há de assombroso a Zumbi, cujo aniquilamento por Jorge Velho há 320 anos, se deu por querer libertar os negros da escravidão... Não dá pra dormir com essa, especialmente de um que tem pose e gesto do saber... mas passa a ser marionete ou caixa de ressonância... Papais e mamães, quando filhinho não dormir, não digam que anda pela casa feito Zumbi... Em tempo, mais uma vez, não sou filho, nem neto, nem bisneto, nem trineto, nem tetraneto... nem eneaneto de negros ou escravos. Respeito a eles é bom e eu gosto!

Última atualização em Quarta, 11 Junho 2014 11:09

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