Luciano Sheikk

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Luciano Sheikk está no Dicionário

Luciano Sheikk  está no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES MINEIROS, Editora Autêntica, 2010, organizado por Constância Lima Duarte, doutora em Literatura Brasileira da Faculdade de Letras da UFMG.

 

 

Última atualização em Quinta, 24 Julho 2014 21:05

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O Pardal e o Chapinha na Bienal do Livro de Minas

Os escritores Duílio Gomes, Antônio Barreto, Ronald Claver e Luciano Sheikk.

O PARDAL E O CHAPINHA foi lançado em 15 de maio, na Bienal do Livro de Minas, 2010 no estande da Asteca Distribuidora, na Expominas.

Última atualização em Quinta, 24 Julho 2014 21:08

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Sossego: O rato que queria ser morcego em BH

Luciano Sheikk estará autografando  SOSSEGO: O RATO QUE QUERIA SER MORCEGO no 7o. SALÃO DO LIVRO DE BH. O Livro já foi lido nas escolas: A CIRANDA, de Viçosa, ESCOLA NOSSA SENHORA AUXILIADORA e COLÉGIO SALESIANO DOM HELVÉCIO em Ponte Nova e no COLÉGIO MAGNUM AGUSTINIANO, de Belo Horizonte.
O Lançamento será dia 19  de Agosto (sábado), às 16 horas, na Serraria Souza Pinto, no stand da Distribuidora Asteca.

Última atualização em Quinta, 24 Julho 2014 21:10

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Jornal Hoje em Dia destaca Luciano Sheikk

Belo Horizonte, MG, Brasil, Segunda-Feira 27/02/2006

Razão de viver

O autor: tentando “conciliar entretenimento, visão crítica do mundo e reflexões existenciais" (foto Cristiano Machado)

Maria Teresa Leal
REPÓRTER

Alçado à literatura infantil de tanto inventar histórias para embalar o sono dos filhos, o escritor e poeta Luciano Sheikk, aos 39 anos, 20 de carreira, lança “Sossego, o Rato que Queria Ser Morcego", espécie de fábula moderna que traz uma lição de moral “sem ser moralista", conforme definição do autor. Com tiragem independente de 2000 exemplares, projeto gráfico bem resolvido e belas ilustrações em papel nobre, o livro tem tido boa saída e despertado o interesse de agentes literários paulistas.
Desde que a produção chegou às livrarias (em especial às de Ponte Nova, no sul de Minas, onde reside o autor), Sheikk tem recebido série de convites para fazer “rodas literárias" em escolas e palestras sobre seu processo criativo. Satisfeito, experimenta sensação diferente da vivida à época do lançamento de seus outros livros: “Coisas da Janela" (1985), “Procuro-me" (1988), “Inversos" (1990), de poemas, e o romance “Jovens para Sempre" (2004). “Com, Sossego, há um efeito multiplicador em função da espontaneidade das crianças. Se elas gostam, recomendam aos coleguinhas, levam para a escola, contam para o vizinho. Um adulto raramente faz isso", compara.
Ao escrever para crianças, o entusiasmo de Sheik, que é formado em Psicopedagogia, é tão flagrante que a segunda investida já está quase pronta: “O Pardal e a Chapinha". Dessa vez, a fábula vem focada no universo dos pássaros. “Não quero me fechar na poesia ou na literatura infantil. Também tenho produzido crônicas... Talvez só não me arrisque novamente a romancear, porque é trabalho de muito fôlego", admite, acrescentando que “o mais importante é o conteúdo que deseja expressar ao leitor, sem subestimá-lo, sem considerá-lo como um recipiente de minhas criações, mas como um sujeito capaz de ir além do que escrevo. Busco conciliar entretenimento, visão crítica do mundo e reflexões existenciais".
Nascido em Itamanhandu, próximo a São Lourenço, sul de Minas, o escritor percebeu, ainda menino, que escrever era algo prazeroso e que dificuldade alguma lhe trazia. Mas é a uma professora chamada Edna que ele credita o mérito por tê-lo feito descobrir a inclinação literária. Na ocasião, cursava o ensino médio, no colégio São Miguel Arcanjo, no bairro Nova Floresta, em Belo Horizonte. Acometido por um “branco" inexplicável, respondeu com um poema ao pedido de produção de uma redação. Timidamente, chamou a professora ao fundo da sala para mostrar. Pensou que ela fosse execrá-lo, mas, ao contrário, levou o texto à frente e o leu para a turma, fazendo festa, dizendo que era lindo e coisa e tal. “Ali, eu percebi que escrever faria parte da minha vida até o fim", conta.
Mais tarde encontrou, numa citação do poeta alemão Rainer Maria Rilke, a confirmação que precisava. Respondendo a um jovem aspirante a poeta que enviara-lhe uns textos para serem analisados, o intelectual escreveu: “pergunte a você mesmo se seria capaz de viver sem a poesia. Se a resposta for não, você é um poeta".
Sheikk (apelido decretado pela empregada de uma tia, quando ele contava apenas dois anos, numa referência à novela “O Sheik de Agadir", de Glória Magadan") acha que, em outras palavras, “cada um de nós deveria focar a vida naquilo sem o qual não teríamos razão de ser".
O primeiro livro, “Coisas da Janela" veio em 1985, aos 20 anos, reunindo poemas de uma fase mais romântica e ingênua. Seguiu a mesma tendência em “Procuro-me" e, então, depois de mergulhar na literatura de Paulo Leminski, Cacaso e Alice Ruiz, compôs “Inversos", com versos calcados em temáticas sociais ou frutos de reflexões existencialistas, resvalando no Concretismo. Durante esse tempo, Sheikk cursou Administração de Empresas na Universidade Federal de Viçosa e, a certa altura, assumiu a função de diretor cultural do DCE. A vivência no meio trouxe-lhe inspiração para o romance “Jovens para Sempre", que trata das relações aluno-professor e universidade-comunidade, permeadas por uma história de amor e pelo cotidiano do campus.
Mas o lançamento só aconteceria quase 15 anos após a publicação de sua última investida. Ele costuma brincar, dizendo que, nesse ínterim, ficou “escrevendo os livros mais importantes de sua vida": os filhos Gabryel e Serafyn, hoje com dez e 12 anos. Verdade é que a repercussão de “Jovens para Sempre" - cuidadosamente engendrado ao longo de 20 anos - ficou aquém da sua expectativa. Chegou a ser adotado pela Ufop (Universidade Federal de Ouro Preto) e outras escolas do interior, mas não provocou a acolhida que o autor acha que a obra mereceria. Ele conjectura que talvez tenha sido função de ter ido morar no interior ou, pelo próprio hiato na carreira, que acabou afastando-a da mídia e de seus leitores. Em contrapartida, pondera que o lançamento está recente e sonha com algum desdobramento inesperado. “Ele tem narrativa e linguagem cinematográficas. Já ouvi essa observação de algumas pessoas que entendem do assunto. Uma adaptação para o cinema? Seria o máximo!".
A propósito, “Sossego, o Rato que Queria Ser Morcego" narra as desventuras de um ratinho que não queria ser ele mesmo. Ao final da história, por meio do personagem central, o autor aproveita para mandar recados bem diretos aos pequenos leitores: “Que bom seria se a humanidade tivesse mais fé e praticasse o bem! E outras de cunho ecológico: “Olha só como é caudaloso o rio! Todas as pessoas poderiam colaborar para que nunca ficasse poluído". Mensagens válidas, sem dúvida. Mas que, colocadas assim, restringem o espectro de leitores às crianças de bem tenra idade.
Em “O Pardal e o Chapinha", que vem por aí, Sheikk vai “brincar" com a história de um pardal que, colocado ao convívio com canários, aprende, entre outras coisas, a cantar lindamente. “Estou por um triz de atingir a quase-plenitude da percepção, da auto-avaliação e da segurança do caminho que quero trilhar".
Ao mesmo tempo, não desfaz-se da sensação de que jamais estará pronto, “assim como todos nós, até quando for concedida esta vida". Este sentimento traz-lhe, em anexo e, paradoxalmente, a alegria de acreditar na possibilidade da evolução sem limites. “Não sei quais são os limites e possibilidades das minhas obras. Mas, hoje, procuro escrever algo que possa ser lido em qualquer lugar do mundo".
Com o tempo, ele aprendeu que é possível escrever de forma requintada, sem fazer uso de falso intelectualismo ou de vocábulos difíceis. Percebeu que não é a produção em série que vale para as artes literárias, mas o trabalho de alfaiate, de carpinteiro, de relojoeiro e de outras profissões que têm como meta a exatidão em cada trabalho realizado. Os parceiros nessa descoberta, o grato Sheikk faz questão de nominar: o poeta Fernando Pessoa, o contista Duílio Gomes e o escritor José Afrânio Moreira Duarte, dentre outros.

*** Pedidos de “Sossego, o Rato Que Queria Ser Morcego" podem ser feitos pelos telefones (31) 38174875 ou 88291420.

Última atualização em Quinta, 24 Julho 2014 21:01

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Jornal Estado de Minas destaca Luciano Sheikk, Caderno Gurilândia

SAIU NO JORNAL ESTADO DE MINAS, EM 18 DE FEVEREIRO DE2006, NO CADERNO GURILÂNDIA

  

 

 

 

 

ELE É PERSONGEM
Luciano Sheikk: Um rato que queria ser
morcego


Augusto Pio
Auremar de Castro

O escritor Luciano Sheikk lança pela Editora G&K Comunicação, o livro, Sossego, o rato que queria ser morcego, ilustrado por Belmarques Rodrigues Júnior. Trata-se do quinto trabalho do autor, primeiro destinado ao público infantil. Ele lembra que os três primeiros são livros de poemas e o quarto, um romance.

Luciano é natural de Itanhandu, no Sul de Minas, formou-se em administração de empresas e é pós-graduado em psicopedagogia. Seu novo livro “conta a história de um rato que está insatisfeito com a própria condição e pede, em oração, para se transformar num morcego. Não conseguindo essa graça, busca artifícios para realizar a mudança”.

O autor ressalta que o livro também aborda a questão da auto-aceitação. Na opinião da também escritora Conceição Abritta, “o livro de Luciano nos faz meditar sobre uma porção de coisas importantes, pois todos nós deveríamos estar muito felizes de sermos como Deus nos fez… Se cada um tentar descobrir em si próprio seus grandes valores, ou mesmo seus pequenos valores, o mundo poderá crescer muito em qualidade”.

Segundo Luciano, a idéia de escrever um livro para crianças surgiu quando foi questionado pelos filhos Serafyn e Gabryel. “Todas as noites, os dois me pediam para contar histórias. Certo dia, pediram para contar uma das minhas. Foi aí que fiz Sossego, o rato que queria ser morcego. Mostrei a um amigo que é também escritor. Ele gostou muito e me incentivou a publicá-lo”, conta.

Luciano já está terminando outro livro, que deverá lançar ainda este ano. Trata-se de O pardal e o chapinha, uma história de passarinhos. Ele também está com uma coletânea de poemas em fase de revisão, mas o lançamento ainda não tem data marcada.

Perfil

COMIDA
Mineira

COR
Verde

VIAGEM
Santuário do Caraça (MG)

FILME
O nome da Rosa, de Jean Jacques Annaud

LIVRO
Pequeno tratado das grandes virtudes, de André Comte Sponville

ÍDOLOS
Os escritores Machado de Assis, Fernando Pessoa e Mário Quintana

Última atualização em Quinta, 24 Julho 2014 21:00

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O Pardal e o Chapinha no Lanna Shopping

Aconteceu no dia 29 de maio, mais um lançamento do escritor Luciano Sheikk – O Pardal e o Chapinha.  O evento aconteceu no Lanna Shopping e reuniu centenas de pessoas para uma concorrida sessão de autógrafos. Previsto para terminar às 11 horas, a sessão de autógrafos se estendeu até as 13:15 horas. Mais de 300 pessoas, entre crianças, pais, tios, tias, avós, padrinhos marcaram presença, de forma bastande educada aguardaram. Se Mário Benedetti escreveu que "o futuro somente se torna respirável quando transgrido alguma ordem", Luciano sheikk faz um paralelismo: " O futuro somente se torna mais arejado se as palavras e os livros forem bons companheiros das crianças."

Segundo Marcelo Coelho, escritor, jornalista e membro do conselho editorial da Folha de São Paulo, "O Pardal e o Chapinha, impulsos de generosidade, idéias morais sobre o honesto e o inautêntico, não surgem de modo forçado na história, nem levam o narrador a pintar os personagens de um jeito mais bonito do que são".

O escritor Moacyr Scliar ressalta:  "É sensível, humano e muito bem escrito."

 

Última atualização em Quinta, 24 Julho 2014 21:08

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Luciano Sheikk lança livro em Viçosa



Luciano Sheikk estará lançando o seu livro SOSSEGO, O RATO QUE QUERIA SER MORCEGO em Viçosa, no dia 13 de fevereiro, com a seguinte programação:



09:00 Escola Municipal Maria José Santana

14:00 Escola Municipal Maria José Santana

16:00 Creche e Escola A Ciranda



Dentro da programação consta a participação e animação das contadoras de história e professoras Aninha, Rosângela e Carla, de Viçosa.



Maiores informações com Luciana Fiel na Secretaria Municipal de Educação de Viçosa, 3892.5706

Última atualização em Quinta, 24 Julho 2014 21:05

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